Muita gente acredita que, depois da expedição da RPV, basta aguardar o dinheiro cair na conta. Mas na prática, existem situações em que o pagamento não acontece como deveria.
E quando isso acontece, surge uma dúvida bastante comum: como ter uma nova expedição de RPV?
A resposta é: normalmente é necessário solicitar judicialmente a reexpedição da RPV no próprio processo.
Isso acontece porque a Justiça não realiza automaticamente uma nova emissão do pagamento em todos os casos. Quando a RPV anterior não foi depositada corretamente, foi devolvida pelo banco ou apresentou algum problema administrativo, o processo precisa passar por nova análise judicial para que outra requisição seja expedida.
Essa situação pode acontecer por diversos motivos, como:
- dados bancários incorretos;
- inconsistências cadastrais;
- ausência de saque dentro do prazo;
- bloqueios administrativos;
- devolução do valor ao tribunal;
- falhas bancárias;
- ou problemas na tramitação processual.
Em ações contra o INSS, por exemplo, isso costuma ocorrer em processos envolvendo:
- aposentadoria;
- auxílio-doença;
- pensão;
- revisões previdenciárias;
- atrasados de benefícios.
Em muitos casos, o beneficiário sequer sabe que houve problema no pagamento.
Algumas pessoas acreditam que continuam aguardando a liberação judicial, quando na verdade a RPV já foi expedida anteriormente e acabou retornando ao tribunal por algum erro ou ausência de saque.
Por isso, o primeiro passo para conseguir uma nova expedição é identificar exatamente o que aconteceu com a requisição anterior.
Essa informação normalmente pode ser consultada:
- no andamento processual;
- diretamente no tribunal;
- com o advogado responsável;
- ou na instituição bancária vinculada ao pagamento.
Depois disso, o advogado precisa apresentar uma petição no processo solicitando a nova expedição da RPV.
Nesse pedido, normalmente são informados:
- o motivo da não liberação do valor;
- a situação da requisição anterior;
- os dados atualizados do beneficiário;
- e a solicitação formal de reexpedição do pagamento.
Dependendo do caso, também podem ser necessários:
- documentos atualizados;
- comprovantes bancários;
- extratos;
- documentos pessoais;
- ou informações complementares exigidas pelo tribunal.
Outro ponto importante é que o prazo para nova expedição pode variar bastante.
Depois que o juiz autoriza a reemissão da RPV, o processo ainda passa novamente pelas etapas administrativas do tribunal até chegar ao banco responsável pelo pagamento.
Ou seja: mesmo após o deferimento, ainda pode existir um período de espera até a liberação definitiva do valor.
Muita gente também se confunde com as movimentações processuais exibidas no sistema do tribunal.
Expressões como:
- requisitado;
- devolvido;
- cancelado;
- reexpedido;
- bloqueado;
- aguardando processamento,
acabam gerando dúvidas para quem não possui familiaridade com processos judiciais.
Por isso, contar com acompanhamento especializado ajuda bastante nessa fase.
No LCBank, por exemplo, os clientes contam com uma equipe jurídica própria especializada na análise de RPVs e precatórios.
A empresa auxilia na identificação de:
- pagamentos não realizados;
- RPVs devolvidas;
- necessidade de nova expedição;
- inconsistências bancárias;
- e atualização da situação processual.
Além disso, o LCbank realiza consultas completas do processo, ajudando o beneficiário a entender exatamente:
- em qual etapa a RPV está;
- se o valor retornou ao tribunal;
- se existe possibilidade de reexpedição;
- e quais medidas podem ser tomadas para acelerar a regularização.
Muitas pessoas descobrem justamente durante essa análise que o problema pode ser resolvido de forma mais simples do que imaginavam.
Outro ponto importante é que alguns beneficiários, após anos aguardando o pagamento judicial, preferem não continuar enfrentando demora depois da nova expedição.
Por isso, acabam optando pela antecipação da RPV.
No LCbank, todo o processo de análise e antecipação acontece de forma 100% online, sem necessidade de deslocamentos presenciais.
Outro diferencial importante é a rapidez.
Após assinatura do contrato e conclusão da análise jurídica, o pagamento pode ser realizado em até 24 horas, trazendo mais tranquilidade para quem precisa resolver situações financeiras urgentes.
Também vale lembrar que golpes envolvendo RPVs cresceram bastante nos últimos anos.
Criminosos costumam aproveitar justamente problemas relacionados a pagamentos para enviar mensagens falsas cobrando taxas de desbloqueio ou prometendo liberações imediatas.
Por isso:
- nunca faça depósitos antecipados;
- confirme informações apenas em canais oficiais;
- desconfie de contatos suspeitos;
- e procure empresas sérias e transparentes.
No fim das contas, quando a RPV anterior não foi depositada corretamente, ainda existem caminhos legais para conseguir uma nova expedição e garantir o recebimento do valor.
E quando existe acompanhamento jurídico adequado e análise especializada, todo esse processo se torna muito mais simples, seguro e menos desgastante para o beneficiário.



